terça-feira, 9 de julho de 2013

Reunião é adiada, mas Vasco mostra confiança em acerto ágil com Dorival.

Ricardo Gomes diz que primeira conversa foi boa e acha que acerto pode sair já na quarta: 'Há exigências nossas e dele, mas nada de extraordinário'.


O encontro do diretor de futebol, Ricardo Gomes, com o técnico Dorival Junior passou para essa quarta-feira. O treinador, que mora em Florianópolis, não conseguiu vir ao Rio nesta terça, mas chega na próxima manhã para uma conversa formal com a diretoria vascaína.
Sem falar sobre dívida de R$ 750 mil do Vasco com o treinador - "eu olho para frente", disse Ricardo -, o diretor disse que o primeiro contato por telefone foi satisfatório. Ele espera resolver a contratação do novo treinador na reunião e anunciá-lo a tempo de começar a trabalhar antes do clássico de domingo, contra o Flamengo, ex-clube de Dorival, em Brasília.
Dorival Junior técnico Vasco arquivo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Dorival Júnior comandou o Vasco ao longo da temporada 2009 (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)







- A primeira conversa foi boa. Acho que não vai ser demorado. Já conversamos bastante hoje (terça) e amanhã (quarta) vamos nos encontrar - disse o diretor de futebol do Vasco.
Questionado a respeito dos problemas financeiros do clube, que terminaram causando a saída de Paulo Autuori, insatisfeito com a não cumprimento de uma promessa de pagamento e regularização de salários, Ricardo não crê em qualquer entrave nesse sentido.
- As exigências existem dos dois lados. Com certeza o Dorival tem as (exigências) dele, como nós temos as nossas. Mas nada de extraordinário. Só de ordinário mesmo - disse o diretor vascaíno.
A proposta salarial do Vasco deve ser da mesma ordem do que o clube pagava ao técnico Paulo Autuori, que recebia cerca de R$ 250 mil. Já na primeira passagem, em 2009, na Série B, Dorival recebia mais de R$ 200 mil e pediu quase o dobro para permanecer, o que inviabilizou o acerto. Com a necessidade de enxugamento da folha salarial e controle no orçamento do futebol, um teto salarial estabelecido (de cerca de R$ 300 mil) vai basear as conversas. Mas tudo indica que o técnico volta ao Rio de Janeiro três meses depois de ser demitido do Flamengo, após não entrar em acordo para redução salarial no clube da Gávea.

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